Manifesto verde

Manifesto verde

Sinopse

Escrito em forma de carta aos seus filhos, em "Manifesto verde" Ignácio de Loyola Brandão faz um alerta sobre a preservação da natureza e apresenta as realidades e os desafios que devemos enfrentar em prol da conservação da vida na Terra. Publicado pela primeira vez em 1985, e em 1998 reescrito e ampliado, o livro agora ganha uma nova edição totalmente reformulada e atualizada. Com capa e projeto gráfico de Guto Lacaz, "Manifesto verde" é um relato comovente sobre a situação do meio ambiente, para ser lido e relido por todos.Concebido às vésperas de uma das suas inúmeras viagens pelo Brasil para realizar palestras, esta obra foi a forma que Loyola encontrou de passar uma série de coisas importantes que vem acontecendo no mundo e que envolvem as palavras ecologia e verde. Com um texto simples, cheio de histórias, notícias e fatos, tanto atuais como que já ocorreram em nosso país e no mundo há muitos anos, "Manifesto verde" traz casos curiosos e assombrosos sobre as mais diversas agressões à natureza.O olhar atento de Ignácio de Loyola Brandão, com suas pequenas histórias, casos do cotidiano, fatos, acontecimentos, notícias, dados estatísticos, compõem esse manifesto, simultaneamente crítico, prazeroso e original. Um convite para o leitor pensar e agir.

Autor

Jornalista e escritor, Brandão publicou dezenas de livros, entre romances, contos, crônicas e viagens, além de ter participado de várias antologias. Nasceu em Araraquara (SP), em 31 de julho de 1936. Filho de um ferroviário, tornou-se crítico de cinema aos 16 anos, quando soube que crítico não pagava entrada em cinema. Assim enveredou pelo jornalismo. Em 1957, mudou-se para São Paulo e foi trabalhar no jornal Última Hora como repórter. Estreou com um livro de contos sobre a noite paulistana, Depois do Sol. Seu primeiro romance, Bebel que a Cidade Comeu, foi publicado em 1968. Em 1974, foi lançado na Itália o romance Zero, sua obra mais conhecida. Editado no Brasil no ano seguinte, o livro foi proibido em 1976 pelo Ministério da Justiça do governo Geisel. A obra só seria liberada em 1979. Em 1993, iniciou colaboração semanal no jornal O Estado de S.Paulo. Em 1996, submeteu-se a uma cirurgia para a retirada de um aneurisma cerebral e registrou a experiência no livro Veia Bailarina, em 1997. Tendo como cenário a ditadura militar e o exílio, sua obra romanesca faz uma crítica amarga da sociedade brasileira, mas também fala de amor e solidão. Em julho de 2001, por ocasião de seu aniversário, foi homenageado pelo Instituto Moreira Salles, com a publicação de sua vida e obra no volume 11 da série Cadernos de Literatura Brasileira. Em suas crônicas, são frequentes as referências à infância em Araraquara, aos colegas de geração e ao cotidiano da cidade de São Paulo.