Um ensaio sobre o Belo, o Nobre e o Justo na Visão dos Antigos - Partes 1 e 2

Um ensaio sobre o Belo, o Nobre e o Justo na Visão dos Antigos - Partes 1 e 2

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Sinopse

O Conhecimento por si só não basta para formar o homem, alertava Platão, já na Antigüidade.
Seria necessário educá-lo a partir do reconhecimento de seus talentos e estes deveriam ser dirigidos para a formação de um homem belo, nobre e justo – sem o que não haveria jamais civilização, mas barbárie - como a que hoje estamos vivendo.
Esquecemos que construir homens dignos é a única possibilidade para sobrevivermos neste planeta e que toda nossa tecnologia não levou em conta o fundamental: Educar e formar para o belo, nobre e justo – a verdadeira ética universal, que não conhece o antigo ou o moderno, pois é eterna.
Sócrates observava que para o conhecimento temos toda a vida, mas para a formação ética temos muito pouco tempo, pois a mentira e o vício logo se instalam, sendo depois difíceis de extirpar.
Formar homens verdadeiros e que tenham a coragem de ser: Eis o grande débito do séc. XXI.