Fiquei Cego, e Agora?

Fiquei Cego, e Agora?

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Sinopse

"A cegueira não é necessariamente uma tragédia. Partindo dessa premissa, Lilian Merege Biglia divide com o leitor as histórias de vida que testemunhou em mais de 25 anos trabalhando na educação de cegos e pessoas com baixa visão. A autora encoraja a pessoa com deficiência visual a sentir-se protagonista de sua própria existência e compartilha fundamentos acerca do mercado de trabalho, inclusão, tecnologias assistivas, orientação e mobilidade, relação com a família, a sociedade e o mundo. Esta é uma obra obrigatória para todas as pessoas que perderam a visão, e suas famílias, bem como para profissionais da educação, saúde e assistência social. Entretanto, revela-se uma leitura muito estimulante para todos aqueles que se sensibilizam com histórias de superação. O livro entrega ensinamentos técnicos valiosos sobre a vida após a perda da visão, mas sempre costurando com histórias reais e fascinantes de pessoas que entenderam que o fim da visão não é o fim da vida, e pode ser mesmo um novo começo."

Autor

Lilian Merege Biglia nasceu em Itararé, interior de São Paulo, em 1962. Graduada em Educação Física e especialista em Atividade Motora Adaptada para Pessoas com Deficiência, pela UFPR, trabalha há mais de vinte e cinco anos no Instituto Paranaense de Cegos (IPC) em Curitiba. Foi professora de Educação Física por 10 anos (1998-2008) na Clínica Quinta do Sol, atuando no tratamento de alcoolistas e dependentes químicos, e especializou-se em Dependências Químicas pela PUC-PR. É professora, palestrante e consultora em acessibilidade, educação, reabilitação e inclusão da pessoa com deficiência visual. Em 2014, foi homenageada com o Prêmio Cidade de Curitiba pelo trabalho educacional realizado no IPC. Em 2019, foi a vencedora da categoria Educador Inclusivo do Ano, do Prêmio Personalidades Top View - Grupo RIC.

Narrador

Raquel Angela Carissimi é tecnóloga em gestão de pessoas, locutora publicitária, jornalista e audiodescritora. Dentre suas principais experiências estão as áreas: administração, educação, jornalismo, comunicação e arte e cultura.Raquel também foi integrante de vários grupos de expressão artística e cultural, realizou trabalhos voluntários. Seu trabalho como audiodescritora teve início em 2016. Em 2017 iniciou sua capacitação na área através de cursos, oficinas e treinamentos. Em 2018 fixou residência em Curitiba, e desde então vem desenvolvendo trabalhos na área de audiodescrição.